Bolsa Wayuu | Mochila Wayuu

Bolsa Wayuu | Mochila Wayuu

Em um passeio pelo Centro de Bogotá, pela feirinha de Usaquén ou caminhando pela cidade é impossível não ver alguém com sua bolsa Wayuu.

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En un paseo por el Centro de Bogotá, por la feria de Usaquén o caminando por la ciudad es imposible no ver a alguien con su mochila Wayuu.

  • A Bolsa Wayuu | La Mochila Wayuu

    Feitas a mão por mulheres de La Guajira, povoado indígena ao norte da Colômbia, próximo a Venezuela e de frente para o mar do Caribe, elas podem ser multicoloridas ou mais sóbrias com desenhos geométricos no estilo de bolsa saco.

     

    Conhecidas mundo a fora essa arte é cheia de crenças e o povo Wayuu é conhecido por preservar suas tradições culturais, língua e a vida em comunidade.

     

    A elaboração de cada peça pode demorar mais ou menos 20 dias, e são elaboradas em crochê (técnica introduzida pelos missionários católicos no inicio do século XX), apenas pelas mulheres Wayúu, já que os homens se dedicam a cria de ovelhas, colheita de milho, fabricação de instrumentos musicais como tambores e de chinelos feitos de pneus velhos.

     

    As mulheres Wayúu trabalham desde a torção dos fios até a costura da bolsa. Um trabalho lindo e admirável, que deve ser reconhecido.

     

    Os preços podem variar muito, desde COP 60.000 ou 70.000 na feirinha como até COP 300.000 na internet.

     

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    Hechas a mano por mujeres de La Guajira, pueblo indígena en el norte de Colombia, cercano a Venezuela y frente al mar del Caribe, ellas pueden tener varios colores o lisas con diseños geométricos, con su estilo caracteristico de saco.

     

    Conocidas mundialmente este arte está lleno de creencias y el pueblo Wayuu es conocido por preservar sus tradiciones culturales, la lengua y la vida en comunidad.

     

    La elaboración de cada pieza puede tardar cerca de 20 días y son elaboradas en crochet (técnica introducida por los misionarios católicos a principios del siglo XX) solamente por las mujeres Wayúu, ya que los hombres se dedican a la creación de ovejas, cosecha de maíz, fabricación de instrumentos musicales como tambores y de chanclas hechas con viejos neumáticos.

     

    Las mujeres Wayúu trabajan desde la torción de los hilos hasta tecer las mochilas. Un trabajo admirable y divino, que tiene que ser reconocido.

     

    Los precios pueden variar mucho, desde COP 60.000 o 70.000 en la feria como hasta COP 300.000 en internet.

     

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  • A lenda | La leyenda

    A lenda conta que a aranha, ou Wale´Kerü, que todas as manhãs tinha tecido faixas e redes e fazia seus desenhos sempre antes da primavera, ensinou a uma mulher Wayúu, que logo contou as outras mulheres que essa aranha as ensinariam a tecer em troca de um burro ou uma cabra, e os Wayúu presentearam a aranha com suas roupas e colares.

     

    A história também conta que a aranha Wale´Kerü se apaixonou por um Wayúu e fugiu com ele. Quando o Wayúu a levou para sua família, sua mãe lhe disse: “Pegue este material para fazer faixas”. Wale´Kerü comeu todo o algodão e de sua boca começou a sair o fio já torcido para tecer.

     

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    De acuerdo con la leyenda la araña, o Wale´Kerü, que todas las mañanas tenía fajas y chinchorros tejidos, y que hacia sus diseños siempre antes de la primavera, enseñó a una mujer Wayúu. Esta rápidamente contó a las otras mujeres diciendo que la araña enseñaría a tejer si ellas le regalasen un burro o una cabra, y los Wayúu regalaran a la araña sus prendas y collares.

     

    La historia también cuenta que la araña Wale´Kerü se enamoró por un Wayúu y huió con el. Cuando el Wayúu la llevó a su familia, su mamá le dijo: “Toma este material para que hagas fajas”. Wale´Kerü comío todo el algodón y de su boca empezó a salir el hilo ya torcido para tejer.

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